sexta-feira, 21 de novembro de 2014

SETOR DA CONSTRUÇÃO ESTÁ PESSIMISTA SOBRE PRÓXIMO SEMESTRE

Profissionais da construção



Construção: CNI informou que os empresários continuam pessimistas em relação aos próximos 6 meses



Brasília - O ritmo de atividade na indústria da construção continua fraco na avaliação da Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Pesquisa da entidade, mostra que o indicador do nível de atividade foi 42,7 pontos, em outubro, pouco acima dos 42,3 pontos de setembro.
O índice de evolução do número de empregados caiu para 43 pontos.
Os dados estão na Sondagem Indústria da Construção, divulgada hoje (21).
Todos os indicadores ficaram abaixo da linha divisória de 50 pontos, o que confirma a retração da atividade e do emprego no setor, na análise dos técnicos.
A utilização da capacidade de operação permaneceu em 67% e o nível de atividade efetivo em relação ao usual foi 40,2 pontos, em outubro.
Os indicadores variam de zero a 100.
Abaixo de 50 revelam expectativa negativa.
A CNI informou que os empresários continuam pessimistas em relação aos próximos seis meses.
Em novembro, o indicador de expectativas sobre o nível de atividade ficou em 47,7 pontos, o de novos empreendimentos e serviços recuou para 46,4 pontos, o de compras de matérias-primas foi 46,2 pontos e o de número de empregados caiu para 46 pontos.
A pesquisa, feita em parceria com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), ouviu, entre 3 e 12 de novembro, 571 empresas, das quais 186 de pequeno porte, 258 médias e 127 grandes.
Fonte: Exame.com

terça-feira, 11 de novembro de 2014

NOVA LEI DO REGISTRO DE IMÓVEIS DEVERÁ TER EFEITO PRÁTICO EM DOIS ANOS

A nova lei do registro de imóveis deverá facilitar negociações de compra e venda, mas só terá efeito prático em um período de dois anos. A legislação obriga que todas as pendências jurídicas sejam registradas na matrícula do bem, o que poderá inclusive acelerar a liberação de crédito.

A Medida Provisória 656 entra em vigor em 7 de novembro e reduz de 14 para quatro os procedimentos para o registro das propriedades. O presidente do Creci São Paulo, José Augusto Viana Neto, avaliou que a mudança vai gerar segurança jurídica para quem adquire o imóvel.

As pendências anteriores a sete de novembro que puderem cancelar um negócio terão dois anos para serem incluídas na matrícula. O presidente da Associação dos Registradores Imobiliários de Sâo Paulo, Flauzilino Araújo dos Santos, disse que os cartórios estão preparados para a lei.

Atualmente, quem adquire um imóvel com pendência jurídica corre o risco de ter o negócio cancelado e a nova lei vai mudar esta realidade. Qualquer ação relacionada ao bem só poderá impedir a transação caso ela esteja explícita na matrícula registrada no cartório.

Fonte: Jovem Pan

terça-feira, 4 de novembro de 2014

DONOS DE IMÓVEIS OCIOSOS PAGARÃO IPTU MAIS CARO EM SÃO PAULO


Prédios em São Paulo
Prédios na Avenida Faria Lima, em São Paulo: imóveis ociosos na capital paulista terão IPTU mais caro


São Paulo - Proprietários de terrenos e imóveis ociosos na cidade de São Paulo pagarão Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) mais caro. A medida, que objetiva o fim da especulação imobiliária na capital e a garantia da função social das edificações, pode, inclusive, levar à desapropriação em cinco anos.

Na capital paulista, o problema dos imóveis ociosos está concentrado na região central.
A maioria das construções notificadas pela Prefeitura na sexta-feira (31) está localizada, principalmente, no centro e na Vila Pirituba, zona oeste.
Nesse primeiro lote, a administração municipal registrou 78 edificações consideradas abandonadas.
Integrante da direção executiva da Frente de Luta por Moradia (FLM), Heloísa Soares comemora a decisão da prefeitura. “Isto é o que o movimento pensou desde o início. Sempre defendemos o IPTU progressivo. Achamos [a medida] fundamental”, salientou.
Heloísa argumenta que os donos de prédios abandonados no centro querem apenas lucrar com a especulação.
Acrescentou que os proprietários abandonam as construções, que poderiam servir de moradia, enquanto esperam o melhor momento para vendê-las.
A Frente se organiza para ocupar esses espaços por conta própria, como é o caso de um prédio na Avenida São João, já devolvido ao proprietário, após violenta ação de reintegração de posse. A avenida concentra 30% dos imóveis notificados.
A desocupação do imóvel ocorreu dia 16 de Setembro. A FLM reclama que o prédio, construído há mais de 15 anos, nunca foi utilizado. Atualmente, as 200 famílias ocupam um edifício na Rua Líbero Badaró, também no centro.
Conforme decreto assinado pelo prefeito Fernando Haddad, as edificações abandonadas terão aumento progressivo no IPTU. No primeiro ano, a cobrança terá acréscimo de 2% sobre o valor do imóvel, passando para 4% e 8% nos anos seguintes, até o limite de 15% no quinto ano.
Caso o imóvel permaneça ocioso, passados cinco anos, poderá ser desapropriado, mediante pagamento de títulos em dívida pública.
A regra de habitação ociosa, estabelece que o imóvel precisar ter, no mínimo, 60% de sua área construída desocupada há mais de um ano.
Os terrenos e imóveis subutilizados, com área superior a 500 metros quadrados, têm prazos de um ano para apresentar o projeto, um ano para iniciar a obra e cinco anos para conclusão.
Existe, ainda, a opção de uma parceria com a prefeitura, por meio do consórcio imobiliário, em que a administração municipal divide a área para construções de seu interesse.
O proprietário recebe parcelas do terreno, em valores correspondentes ao valor do imóvel antes das obras.
Representantes da prefeitura esclarecem que a proposta é reocupar os bairros com boa infraestrutura, mas que podem sofrer degradação por causa do abandono.
O problema dos imóveis vazios, segundo a prefeitura, gera encarecimento das moradias e afastamento da população para regiões mais distantes.
FONTE: Exame.com


segunda-feira, 3 de novembro de 2014

IMÓVEIS NOVOS EM SÃO PAULO- VENDA SOBE 55% EM SETEMBRO, DIZ SECOVI

Na comparação com setembro de 2013, no entanto, houve queda de 5,6%. Número de lançamentos avançou 90% no mesmo período


Construtoras contratam corretores para a venda dos imóveis (Foto: Reprodução/TV TEM)
As vendas de imóveis residenciais novos na capital paulista chegou a 2.787 unidades em setembro, apontando um aumento de 55,1% em relação ao mês anterior, segundo pesquisa do Secovi, sindicato da habitação.Na comparação com o mesmo período do ano passado, no entanto, foi registrada queda de 5,6%.No ano, de janeiro a setembro, foram vendidas 14.374 unidades residenciais, uma queda  de 43,8% em relação ao mesmo período de 2013.
Segundo o economista-chefe do Secovi, Celso Petrucci, no ano, julho foi o pior mês em termos de unidades comercializadas, resultado provavelmente influenciado pela Copa do Mundo. "Até porque, passado esse período, verificou-se reação nas vendas nos dois meses seguintes, trazendo o mercado a patamares mais normais."
Os lançamentos residenciais somaram 4.018 unidades em setembro, de acordo com a Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp), valor 90% superior à agosto e 35,6% acima do registrado em setembro do ano passado.
De janeiro a setembro, foi registrado o lançamento de 18.367 unidades, uma queda de 15,4% frente ao mesmo período de 2013.Os lançamentos residenciais somaram 4.018 unidades em setembro, de acordo com a Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp), valor 90% superior à agosto e 35,6% acima do registrado em setembro do ano passado.
Segundo o Secovi, a pior fase do mercado imobiliário, influenciado pela Copa do Mundo, já deve ter passado. "Ainda é cedo para se analisar os efeitos da eleição presidencial no mercado imobiliário futuro. A presidente reeleita tem pela frente vários desafios, dentre os quais propostas relacionadas ao setor, principalmente no que tange questões como adequação dos parâmetros do programa Minha Casa, Minha Vida, novos recursos para o financiamento imobiliário e segurança jurídica, além de tantos outros", afirma em nota o presidente do Sindicato, Claudio Bernardes.
Fonte: G1-Globo.com

sábado, 1 de novembro de 2014

ESCOLA TEM UNIDADE INSTALADA DENTRO DE UM RESIDENCIAL

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Está previsto na convenção do condomínio onde o empresário Paulo Ganut é síndico um child care nas áreas comuns. Segundo ele, o espaço funcionou bem por 10 anos, quando, em uma das reuniões da comissão de moradores criada para avaliar os serviços prestados, eles perceberam que era possível melhorar a atividade com a instalação de uma escola dentro do condomínio.

Ganut conta que o residencial tem muitos moradores expatriados, vindos de diversas partes do mundo para trabalhar no Brasil, e muitos têm dificuldade para encontrar escolas para os filhos quando chegam ao País fora do período regular de matrículas. “Eles precisavam de uma escola tradicional, com proposta pedagógica, mas que deve essa flexibilidade a eles”, diz o síndico.
“Fizemos uma licitação com algumas instituições e, com projetos e valores em mãos, levamos as propostas de escolas para atender no espaço. A assembleia aprovou, escolhemos a instituição e, em fevereiro em 2013. a unidade começou a funcionar.”
Para a sócia administrativa do Colégio Campo Belo, que venceu a concorrência, Manoela Caleiro Pereira, a instalação de uma unidade dentro do condomínio foi um diferencial para a instituição que tem outras duas unidades convencionais “na rua”.
A escola funciona no espaço do child care, de segunda a sexta-feira, das 7h00 às 19h00, com parte pedagógica de manhã e recreação a tarde, “assim como nas outras unidades”, destaca Manoela. No local, a instituição atende 47 crianças de quatro meses a cinco anos.
“Embora eles estejam dentro do condomínio, estão na escola, não há interferência de pais, e com uma vantagem, que é a facilidade logística de levar e buscar.”
Fonte: Radar Imobiliário -Estadão